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Ceará aprova aplicação de vacina da Pfizer em crianças de 5 a 11 anos sem prescrição médica

A substância aprovada para o público infantil é 1/3 da dose administrada em adultos

5 de janeiro de 2022
Cadastro das crianças deve ser feito na plataforma Saúde Digital. (Foto: Canva)

Cadastro das crianças deve ser feito na plataforma Saúde Digital. (Foto: Canva)

A Comissão Intergestores Bipartite do Ceará (CIB/CE), colegiado permanente de gestores da Saúde do Estado e dos 184 municípios cearenses, aprovou a vacinação contra Covid-19 em todas as crianças com idades entre 5 e 11 anos, sem prescrição médica, mediante cadastro prévio na plataforma Saúde Digital. A decisão foi tomada na última terça-feira (4) e levou em consideração a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a estratégia, ainda em dezembro de 2021.

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O imunizante que deve ser aplicado na população desta faixa etária é o da Pfizer/BioNtech. O início da vacinação neste grupo ocorrerá tão logo o Ministério da Saúde (MS) envie os imunobiológicos.

Vacina para crainças

A substância aprovada para o público infantil é 1/3 da dose administrada em adolescentes (a partir de 12 anos) e adultos. Para a vacinação, as crianças devem estar acompanhadas de pais ou responsáveis. Um documento de identificação oficial dos pequenos também será exigido.

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A distribuição das doses das vacinas aos municípios se dará por meio do cadastro na plataforma Saúde Digital e a operacionalização seguirá as faixas etárias por ordem decrescente.

Variante Ômicron

De acordo com o secretário da Saúde do Ceará, Marcos Gadelha, a vacinação neste público é mais do que necessária, principalmente diante do atual contexto epidemiológico no Estado e no País. “Estamos em um cenário em que temos, simultaneamente, a variante Ômicron da Covid-19, aumento de casos de influenza e, daqui a pouco, estaremos no período propício para proliferação do mosquito da dengue, caso a população não tome os cuidados necessários. Além disso, o retorno das crianças às escolas é outro indicativo de que é preciso vacinar; elas podem ser vetores de infecção para outros grupos”, avalia.

*Com informações da Sesa.




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