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Câncer de mama: testes genéticos ajudam a rastrear os casos futuros da doença

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18 de outubro de 2023

Chegando para somar com os demais exames já realizados pelas mulheres anualmente, como é o caso das mamografias, os novos testes genéticos têm mostrado um alto potencial de rastreio do câncer de mama, antes mesmo de surgirem os primeiros nódulos.

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Hoje, eles já estão disponíveis no Brasil e contam com a contribuição de multinacionais especialistas em diagnósticos moleculares, como a QIAGEN. Utilizando a técnica de sequenciamento de nova geração (NGS), esses exames são capazes de identificar se existe alguma mutação nos genes BRCA1 e BRCA2, que estão diretamente relacionados ao câncer de mama de origem hereditária – o que acontece em até 10% dos casos. Essas alterações genéticas correspondem a um aumento de probabilidade de uma pessoa desenvolver a doença que varia entre 46% e 88%, segundo mostra Allan Munford, Gerente Regional da QIAGEN.

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“Essas soluções fazem parte do rol de procedimentos determinados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que devem ter cobertura obrigatória dos planos de saúde, para casos de hereditariedade. Sua importância está em identificar o potencial de surgimento da doença, conceder acesso ao diagnóstico precoce, administrar terapias-alvo e ainda, adotar medidas preventivas, como a realizada pela Angelina Jolie, que optou por fazer a dupla mastectomia”, destaca Munford.

O executivo explica que esse rastreamento pode ser realizado a partir da orientação e encaminhamento médicos, por meio de uma simples amostra de sangue ou saliva. O material coletado é sequenciado geneticamente por especialistas que utilizam um kit de reagentes, como o QIAseq Targeted DNA Pro Panel, disponibilizado pela QIAGEN. Se identificada a possibilidade de desenvolvimento do câncer de mama, o profissional poderá direcionar a paciente para as medidas que melhor se aplicam a cada caso.




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