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Onda de calor acende alerta para sintomas associados ao estresse térmico

A intensa onda de calor que afeta várias regiões do Brasil tem levantado alertas sobre os efeitos das altas temperaturas no organismo humano. Especialistas destacam que, além do desconforto térmico, o calor excessivo pode provocar sintomas que vão de mal-estar leve a sinais graves de desidratação e queda de pressão arterial. Segundo a cardiologista Cristiane […]

2 de janeiro de 2026

A selective focus shot of a thermometer in the beach sand with a blurred background

A intensa onda de calor que afeta várias regiões do Brasil tem levantado alertas sobre os efeitos das altas temperaturas no organismo humano. Especialistas destacam que, além do desconforto térmico, o calor excessivo pode provocar sintomas que vão de mal-estar leve a sinais graves de desidratação e queda de pressão arterial.

Segundo a cardiologista Cristiane Zambolim, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em dias de calor extremo o corpo pode reagir de maneiras que exigem atenção imediata, principalmente quando há sinais de sofrimento físico.

Sinais comuns de alerta

Entre os principais indícios de que o organismo está sofrendo com as altas temperaturas, os especialistas listam:

  1. Aumento dos batimentos cardíacos: o coração trabalha mais para tentar regular a temperatura interna;
  2. Indisposição geral: sensação de fraqueza ou falta de energia;
  3. Sensação de moleza: o corpo parece mais pesado e lento;
  4. Boca seca: um dos primeiros sinais de desidratação;
  5. Sonolência excessiva: pode surgir como resposta do organismo ao estresse térmico;
  6. Queda na pressão arterial: a dilatação dos vasos sanguíneos pode causar hipotensão;
  7. Desmaios: episódios mais sérios de mal-estar podem levar à perda de consciência;
  8. Crises convulsivas e inconsciência: em casos extremos, o calor intenso pode desencadear complicações neurológicas.

Por que estes sintomas ocorrem?

As reações do corpo estão intimamente ligadas à desidratação e à dificuldade de manter a temperatura interna estável diante das temperaturas externas elevadas. Quando o organismo não consegue resfriar-se adequadamente, como ocorre em condições de calor extremo e alta umidade, ele começa a sofrer com a chamada hipertermia, em que a temperatura corporal ultrapassa os limites seguros.

De acordo com a cardiologista, essa resposta pode ser mais perigosa em pessoas nos extremos de idade e em quem realiza atividades físicas sob calor intenso.

Riscos à vida

Especialistas alertam que, se a temperatura interna atingir cerca de 40 °C, o risco de complicações graves e até de óbito aumenta significativamente, sobretudo se não houver reposição de líquidos e interrupção da exposição ao calor.

Fonte: CNN Brasil




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